terça-feira, 4 de setembro de 2018

JÁ OUVIU PANTELÃO HOJE?



Leitores musicais, vocês estão bem?

Como foi o final e semana de vocês? Valeu a pena? O meu valeu tanto que ao invés de voltar na segunda, voltei hoje e já é terça.  Semana curtinha porque teremos feriados e é pensando nisso que eu trouxe pra vocês muitas dicas insanas para aproveitar a semana e emendar junto com feriado que em com tudo. 
Hoje teremos faixa-por- faixa com uma banda que tive a honra de conhecer no meu final de semana  e que fez parte da minha felicidade e claro que eu tinha que compartilhar com vocês.
Com personagens jovens e uma linguagem mais elétrica, a banda carioca Pantaleão lança seu novo EP, “Xadrez”. O trabalho é o segundo da discografia do grupo, após o EP “Labirinto” (2017). Vem comigo que te conto mais sobre \o/.



O nome da banda, influenciado pelo livro “Pantaleão e as Visitadouras”, de autoria do peruano Mario Vargas Llosa, é uma referência à mistura de signos e influências que compõem o som do grupo. Na estória, um jovem capitão se envolve em peripécias dentro da Floresta Amazônica, em muitas cores e texturas. A narrativa moderna, que une cartas e relatos a elementos sexuais e visuais da América Latina, é uma ode à cultura, que vai ao encontro dos conceitos suscitados pela banda e sentida nesse novo trabalho.

Recentemente, o grupo carioca lançou o clipe de “O Mundo se Desfaz” para inaugurar esta nova fase e começar o trabalho de “Xadrez”.

Pantaleão é:
André Buarque (vocal, teclados, órgãos)
Bianca Marzulo (baixo)
Luiz Paulo Serrano(guitarra)
Guilherme Esteves (bateria) - somente nos shows

Faixa-a-faixa, por André Buarque:
Dora Leão:
Rock n’ roll dançante em ritmo de festa. Essa música foi feita para mostrar que ainda dá pra se divertir tocando e escrevendo rock para a minha geração. Criei a personagem da jovem indecisa em conflito existencial pois sei que isso reflete as coisas ao meu redor. Quem nunca quis trancar o curso?

O Mundo Se Desfaz:
Uma melodia grudenta embolada em ritmo de Carimbó. Nessa música eu quis falar das coisas que deixamos pra trás, na necessidade de compreender nossas falhas e descaminhos. Afinal, é a partir do erro que o ser humano mostra sua capacidade de crescer e embelezar o mundo.

Papagaio Elétrico:
Uma ópera-rock tropical em ritmos brincalhões. Essa música veio de uma melodia que eu não conseguia parar de cantar. Pensei numa letra que tivesse a ver com a juventude que está se despedindo de todos nós. Os ritmos que trocam foram estabelecidos nos ensaios, organicamente.

Capacete:
Minha love song das antigas, com seu poema apaixonado emendando num refrão instrumental, algo um pouco complicado de fazer. A música iniciou com o riff do começo, que é o canto da sereia. Depois o narrador apresenta seu coração e o rock n’ roll instrumental chega chutando e quebrando a porta.

 O Triste Fim De Pantaleão:
Essa música originalmente era a faixa-título do EP, até eu perceber que a magia de um nome derradeiro está em não repeti-lo. Esta faixa é a mais comercial do disco. Peguei uma introdução de circo e depois fiz o circo pegar fogo. Os poemas apocalípticos são declamados em clima de conversa, para se desmembrarem no refrão e nas notas da flauta.

 Vamos parar com esse blá, blá, blá  e ouvir o novo álbum? PLAY GALERA !! 



Gostaria de ver a banda no palco, então o nome da banda tá na minha lista de shows que ainda vou ver \o/ .

Que tal acompanhar a banda lá no facebook?  Aqui ô:

AMANHÃ TEM MAIS MÚSICA AQUI HEIN, TE ESPERO! ABRAÇO GRANDE,
@MAAHMUSIC


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