sexta-feira, 6 de julho de 2018

VOCÊ JÁ PAROU PARA OUVIR A BANDA MIL PÁSSAROS DANÇANDO?


Tirei o dia para ouvir músicas diferentes e sugestões de pessoas que sabem o que realmente vai me fazer virar fã – eu adoro todos vocês que me mandam sugestões, seja no instagram ou e-mail e outras redes sociais - isso me faz ter o dia mais cheio de expectativas boas por causa da música que ouço, isso mesmo galera e a banda Mil Pássaros Dançando me fez ter uma visão mais diferente, logo depois do almoço (risos), achei diferente o som deles e o clipe me chamou atenção pela forma que foi gravado, teve aquela básica sintonia com a música – que é uma coisa quem quase nunca ocorre com trabalho de outros músicos ou mesmo banda – vem conhecer um pouco mais sobre a banda Mil Pássaros Dançando. 

Crédito_Jéssica Dias 

Single, que integra o próximo trabalho da banda, desenha a realidade de muitos homens e mulheres que, sem qualquer rede de apoio, estatal ou familiar, ficam desumanizadas pelas ruas da capital paulista. É nesse momento que você para parar pensar na vida e nas suas vitórias diárias, que por mais que sejam poucas ou até mesmo pequenas devem ser comemoradas. 
Esquentando a estreia do novo disco, previsto para o segundo semestre desse ano, a banda Mil Pássaros Dançando apresenta videoclipe para a faixa “Monocromático”. Single, que integra o próximo trabalho, foi gravado com zabumba e sobreposto por todas as pirações do rock progressivo. O resultado é um baião cheio de vocais místicas e coros típicos das canções nordestinas.

DÁ O PLAY MOÇADA: 


Belíssima e ao mesmo tempo ácida, canção retrata a realidade das pessoas desumanizadas pelas ruas da capital paulista. “Essa letra surgiu depois de conversar com um homem que tinha acabado de descobrir ter AIDS. Ele estava em uma escadaria, no caminho da minha casa. Me parou, segurando alguns papéis, e explicou toda a sua situação. Dizia que precisava voltar para o nordeste, onde estava a mãe. Lá, pelo menos, teria "alguém para o enterrar". Essas eram as palavras dele e, depois de ajudá-lo com algumas coisas e explicar que ele não estava condenado à morte, tudo aquilo me subiu na mente misturado à dolorosa realidade que eu via no centro da cidade, quase todos os dias, onde eu estudava”, explica o vocalista Rodrigo Zalc. “O desafio musical, então, foi compor algo que, embora colocasse o dedo na ferida dessa verdade em torno da doença, do crack e tantas coisas mais, trouxesse esperança para as pessoas. É contraditório. Canto tristeza em meio à alegria melódica”, completa.
Com produção do vocalista Rodrigo Zalc, faixa foi gravada por Taian Cavalca e Hugo Falcão, no Mono Mono Estúdio. A mixagem é de Marcelo Claret e masterização de Carlos Freitas.
No videoclipe, realizado pela Buvuá Filmes e Estúdio Ló, a bailarina Isabela Guido representa o mar e seu movimento infinito. “Do lado de fora, ela fica quase que completamente à mercê das ondas, seja na calmaria ou na tempestade. Do lado de dentro, porém, tenta fugir da força implacável das águas que a puxam cada vez mais para o fundo. É sobre resistir, mesmo que esteja afogando”, comenta Bruno Faria Hatanaka, diretor do projeto visual ao lado de Bruna de Vasconcellos Torres.
Eu já estou acompanhando a banda nas redes sociais e vou deixar aqui para vocês irem lá e estarem comigo conferindo as novidades certinho ?!


Crédito_Jéssica Dias 

Instagram: @milpassaros_dancando
Facebook: facebook.com/milpassaros

AMANHÃ TEM MAIS MÚSICA AQUI HEIN, TE ESPERO! ABRAÇO GRANDE,
@MAAHMUSIC

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