terça-feira, 13 de março de 2018

VOCÊ TEM QUE OUVIR EDITORS AGORA!


Estão todos preparados (as) para indicação de hoje? Se ainda não, então beba uma água e vem comigo para te conta sobre o novo lançamento recente da banda Editors.
A banda britânica Editors divulgou “ Violence”, seu sexto álbum de inéditas. O registro galera traz uma nova cara para o grupo, que particularmente gostei bastante e ficou bem pessoal e vem com uma sonoridade diferente da consolidada pelo quinteto é uma expansão no campo mais lírico e  temático nas canções.
Quer saber mais e ouvir em primeira mão? Vem comigo \o 


Fruto dos tempos atuais, o novo trabalho debate a cultura consumista, os grandes detentores do poder, o enxame interminável de manchetes sombrias surgindo como notificações indutoras de ansiedade. Quando o Editors começou a escrever “Violence” no final do verão do hemisfério norte de 2016, eles não pretendiam refletir os tempos difíceis de hoje ou ser um antídoto direto para os eventos atuais.
Porém, ao contrário do que o nome sugere, o disco não parte para um enfrentamento direto. Ele questiona, busca a reflexão, mas também atua como um abrigo, uma capa protetora contra a brutalidade, muitas vezes implacável, do mundo exterior.

"Muitas músicas estão em uma sala. E fora dessa sala existem coisas assustadoras, preocupações da modernidade - o mundo em que vivemos, essencialmente. Mas nesta sala, há uma conexão entre pessoas. Se é uma relação direta ou se é amizade, há uma fuga. Essa conexão é importante por causa do medo do que está acontecendo lá fora", conta Tom Smith, vocalista da banda.

Essa mudança estilística já se mostrava nos primeiros singles revelados. A primeira faixa, “Magazine”, é uma música pop que ataca fortemente as ações vazias e a postura dos que estão no poder. Construído em torno de um coro entusiasmado, teclas crescentes e acordes industriais, a canção é um chamado às armas.


''Magazine é um dedo apontado voltado para aqueles que estão no poder, algum político corrupto ou empresário... um personagem assim, e uma provocação irônica à postura vazia de jogar para as massas daqueles que têm sede de poder”, continua Tom.

Já “Hallelujah (So Low)” foi inspirada na contemporânea crise imigratória que atinge a Europa.
"Eu escrevi a letra dessa música quando voltei de uma viagem com a Oxfam, visitando uns campos de refugiados no norte da Grécia. Era obviamente uma viagem incrivelmente tocante, ver pessoas vivendo com muito pouco, sobrevivendo apenas com a ajuda de outros era muito emocionante”, conta Smith.


O disco foi produzido por Leo Abrahams (Wild Beasts, Florence & The Machine, Frightened Rabbit) e pela própria banda, com produção adicional de Benjamin John Power (Blanck Mass, Fuck Buttons) e mixado por Cenzo Townshend, exceto “Hallelujah (So Low)”, mixada por Alan Moulder.

VAMOS PARAR COM ESSE BLÁ,BLÁ,BLÁ TODO E DÁ O PLAY AGORA MESMO!


Gostaram né? Eu estou viciada nesse álbum, principalmente na hora de trabalhar e preciso de concentração! Se você gostou da mesma forma que eu, não deixe de acompanhar a banda nas redes sociais e vamos torcer para que eles venham fazer show aqui no nosso Brasil \o/ maravilhoso !!



            Amanhã te espero aqui tá bem?!  Com mais novidades e música \o
Abraço forte! 



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