domingo, 22 de outubro de 2017

VOCÊ TEM QUE OUVIR AGORA: NANA


Seu coração está preparado para dica de hoje?

Eu não tenho palavras suficientes para explicar o que estou sentindo sobre o novo álbum da cantora Nana.

Na verdade cada musica é uma sensação diferente. Eu dancei, cantei para o meu dog e assim foi  minhas primeiras percepção sobre o novo algum da cantora. Eu já conhecia o trabalho insano dela, mas, um trabalho e sempre diferente do outro e eu sempre fico muito na expectativa. Vem comigo conhecer um pouco mais sobre o novo trabalho da cantora: 

​Foto: Juliana Matos

Novas sonoridades

Depois de ter lançado o disco “pequenas margaridas” (2013) e o EP “berli(m)possível (2015) com produção caseira, nana foi para o estúdio gravar o novo trabalho e escolheu a abreviação de uma planta especial para dar nome ao projeto. O nome foi inspirado na Dieffenbachia, popularmente conhecida como “comigo-ninguém-pode” - com fama de proteger do mau olhado e da inveja, além de atrair boas energias.

“Inicialmente, 'Comigo-Ninguém-Pode' era o nome de uma música do álbum, que acabou entrando no disco com grafia diferente. Na época, eu tinha acabado de me mudar pra Berlim e comprei uma comigo-ninguém-pode (planta), então andava fascinada com a ideia de proteção que o nome passava, a força do amuleto. Um dia digitei rápido CMG-NGM-PDE em 'internetês' e na hora eu decidi que meu novo disco ia se chamar assim, porque era a culminação de tudo que eu estava planejando, e tinha a ver com o momento mais forte, de me sentir dona do próprio nariz”, explica.

A sonoridade do álbum também reflete esse estado de espírito, em sua visão: “menos ingênuo e melancólico, e mais bem-humorado e confiante”. O trio bateria, baixo e piano elétrico estão na lista dos instrumentos que têm mais presença no trabalho. Nos estilos musicais, há passeios por marchinha (“Copacabana”), bossa nova (“W.O"), jazzy com gemidos inspirados em Serge Gainsbourg (“Menino Carioca”), disco music (“CMG-NGM-PDE”), chorinho com pitadas de ironia e humor (“Rua Paysandu”), samba ("Gato é Crime, Denuncie"), indie rock anos 80 ("Bomba", com participação de Lulina), entre outros.

“Todas as letras continuam sendo minhas e foram composições recentes, de 2015 pra cá. Uma das mudanças que sinto em relação aos trabalhos anteriores, é que tenho muito mais conhecimento do que posso fazer no computador. E isso me ajudou a pensar de forma mais criativa, fugindo de um som puramente técnico, trazendo experimentações. E, claro, me inspiro em sons dos anos 70 de música brasileira, como os álbuns de João Donato e Erasmo Carlos. Li muito sobre samba, sobre música brasileira e fico bem encantada. Para mim, não tem igual”, opina.

Vamos para com esse blá, blá, blá e curtir o som do novo álbum?  Dá o play agora mesmo: 


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Então, vem comigo acompanhar as novidades:


                 Logo mais estou de volta com outra dicona pra você hein!       
         
Quero deixar pra vocês um abraço apertado e um beijo minha gente.


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