segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Mais pesado e adulto, Broken Jazz Society apresenta novo álbum, “Rubber Talk”!


Oi leitores musicais!
Já estão sabendo da novidade da banda Broken Jazz Society?

Prepara o coração, porque tá maravilhoso e incrível. E tenho certeza que você fará como eu, vai ouvir uma vez e querer ouvir novamente sem parar, dará vários replay no novo álbum que tá insano. Vem comigo que te conto mais sobre... 


O Broken Jazz Society foi formado em 2013 em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e atualmente conta com Mateus Graffunder (guitarra/vocal), João Fernandes (baixo) e Felipe Araújo (bateria). 
O primeiro álbum, "Tales From Purple Land", foi lançado em 2014. "Gas Station", EP de três faixas, foi o trabalho sucessor e recebeu calorosos elogios. Super satisfeitos com a recepção a "Gas Station", no início do ano o Broken Jazz Society viajou para Goiânia onde deu início às gravações de seu novo disco no Estúdio Rock Lab junto ao produtor Gustavo Vazquez (Hellbenders, Black Drawing Chalks, Uganga, Canábicos).
Sete meses depois, o trio entrega “Rubber Talk”, seu novo trabalho, o segundo disco de estúdio. Com uma sonoridade mais pesada e adulta, “Rubber Talk” mantém a escalada stoner sob contexto mais subjetivo, como se o grupo tivesse descoberto e gostado da sua própria identidade (seja ela qual for).
A faixa de abertura, “Mongrel Cat”, que já havia sido lançada como single, sublinha o viés identitário do álbum: “Accept Yourself” (Aceite a si mesmo), diz o refrão.“Rubber Talk” reúne nove faixas no total.
Apesar da discrição nas intenções, é fato que o Broken Jazz Society apresenta uma evolução tão grande que não sobra espaço para falsa modéstia. “Rubber Talk” traz elasticidade ao rock do power trio que agora soma desde sons acústicos de violão e percussão à timbres eletrônicos dos sintetizadores.
“Rubber Talk é um trabalho mais visceral por ser mais comprometido conceitualmente, mais ambicioso em termos de produção, então mais consciente do que a banda almeja”, declara o baterista Felipe Araújo. “Em termos musicais, o álbum demonstra um amadurecimento muito maior como banda em relação aos outros, em todos os aspectos. A abordagem stoner está mais presente, os timbres estão mais coesos, e todo mundo evoluiu tecnicamente durante esse processo”.
O baixista João Fernandes destaca a unidade musical do trio como fator determinante pela evolução técnica e criativa em “Rubber Talk”.
“Quando o Felipe entrou o Gas Station já estava gravado. Dessa vez tivemos tempo para buscar o entrosamento dessa formação que uniu a experiência trazida de fora pelo Felipe, que já era uma baterista mais estudado, com a que eu e o Mateus havíamos conquistado até aquele ponto”.

Vamos para com esse lero-lero e dá o play agora mesmo no novo álbum da banda! Obs: aumente o volume \o/ 


Gostaram do novo álbum da banda? Comentem!
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