Oi queridos leitores musicais.
Tudo bem com vocês?

Preparados para dica de hoje?
Eu estou em um momento bem calmo da minha
vida, talvez seja pelo fato de está ficando mais velha, mas a dica que tenho
pra vocês é uma moça que canta lindamente e, além disso, tem as canções com
letras mais insanas, eu não tenho nem palavras para descrever.

É o que estou ouvido atualmente, é pelo que
estou apaixonada, é o que faz parte da minha trilha sonora na vida.  Vamos conhecer um pouco mais sobre a
cantora Aline Lessa? 

A vida parece ser uma longa busca por algo
que nos toque. Um amor para andar de mãos dadas, a satisfação por alcançar
algum sonho ou objetivo, a vitória de pessoas próximas. Tudo nos toca um pouco,
ao mesmo tempo que pode gerar decepção. Assim aprendemos muito com a vida e com
nossas buscas, conquistas e vivências. Transformar essas vivências em melodias
é a forma que Aline Lessa usa para se expressar para o mundo. Por seis anos, a
jovem escreveu canções para sua primeira banda, a Tipo Uísque, gerando os
álbuns “Afague” e “Home”, lançados pela gravadora Som Livre.
A partir de 2014, começou a trabalhar em
canções diferentes do rock alternativo de sua antiga banda, se entregando as
influencias caseiras e serestas que ouvia com seu pai. Uniu aí seus estudos de
violino e piano, além da participação em corais, para dar luz ao seu primeiro
álbum solo, auto-intitulado e dotado de canções extremamente tocantes. E não é
apenas um disco, mas sim um trabalho que parece juntar Gal e Bethania de
setenta, um pouco de Marisa Monte e algo atual, meio experimental e
extremamente envolvente, com letras inspiradas e, pela primeira vez em sua
carreira, feitas em português. O tom denso das faixas reflete a intensidade
sentimental da cantora, que escreve sem pudores sobre si própria e como encara
a dor sem fugir dela. Em resumo, pode-se dizer que é um disco de amor, não
diretamente a uma pessoa, mas sobre o impacto do amor na vida. Apesar da
quietude, da introspecção, do ‘ser para dentro’ da Aline enquanto ser humano
emocional, a sua produção conjunta com Elisio Freitas (produtor e arranjador do
disco “Porquê da Voz”, de César Lacerda) conseguem revelar uma
cantora surpreendente, com voz doce, ao mesmo tempo forte e carregada dentro de
seus sentimentos expostos nas 10 canções escolhidas, tornando o repertório
homogêneo e confessional. A realidade é que o caminhar fora da nova MPB
brasileira a diferencia na multidão e isso só acontece porquê Aline não tenta
emular alguma sonoridade ou cantora, mas apenas tocar o ouvinte com suas
palavras, voz e melodia, transformando sentimentos em música, dor em poesia e
vivência em arte.

Vamos parar de conversa e ouvir o som da
cantora? Dá o play leitores queridos! 

Gostaram? O que acharam das canções da cantora? Deixe seus comentários!

Eu sou apaixonada pelas canções dela, é impossível não gosta!  Uma melhor que a outra. O novo álbum da
cantora, na minha opinião, é  aquele
álbum que você coloca pra tocar e deixar ele tocando até acabar, aí quando
acaba você vai lá e aperta o replay pra curtir o som gostoso novamente! Gostou
da cantora e quer saber as novidades sobre ela? Acesse ô:


Observação importante, o disco
completo está disponível para download no site.

Amanhã
tem mais musica aqui no blog, não vai perder né? Te espero amanhã hein!
Beijo,
@maahmusic

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