terça-feira, 24 de março de 2015

Entrevista com Jéf.


Oi, leitores com bom gosto musical.
Tudo bem com vocês?

Hoje tem exclusividade aqui no blog, especialmente para vocês. É com alegria e com muita honra que faço essa postagem de hoje. Agradeço desde já ao cantor Jéf pela por ter concedido a entrevista: muito obrigada. Vamos parar de conversa e ver esse bate-papo insano. 


. Estou muito feliz pela sua presença aqui no blog Jéf. Primeiramente que falar sobre o show em São Paulo. Eu fui a um dos shows que você fez aqui em São Paulo. Como foi tocar em São Paulo? Qual a diferente do entre o publico de São Paulo e de Rio Grande do Sul? 
- Foi bem bacana, fiquei bem feliz com a repercussão dos shows, o contato com os paulistas foi ótimo. É legal a diferença por que aqui meu trabalho tem circulado um pouco mais, aí sair daqui, da zona de conforto e chegar em outro lugar, com pessoas conhecendo as músicas, cantando junto e dando carinho é muito gratificante.

. Você tem referencias musicais como Beatles, Los Hermanos, Tiago Iorc entre outros. Você acha que as influencias musicais podem tirar a exercia  do musico na hora de compor seu próprio trabalho?
- Não sei, gosto muito deles e são referências para meu trabalho, mas procuro fugir disso na hora de compor, para não ficar veiculado a isso sempre. Uso como inspiração muitas coisas que leio também, não só o que escuto. Enfim jogo muita coisa pro liquidificador, e depois procuro crio com minha identidade.

.Vamos falar sobre seu novo disco “Leve”.  Qual é a auto-definição do som que é feito no seu novo trabalho?
- Na verdade "Leve" é meu primeiro trabalho, ele foi lançado em 2014 de forma independente. Nesse mesmo ano rolou o Breakout Brasil (concurso do Canal Sony) e acabei vencendo e assinando com a Sony Music. Estou com o segundo disco pronto, e iremos planejar o lançamento pela gravadora, ainda não temos o nome definido desse segundo trabalho, mas vai ser bem bacana.
O "Leve" foi meio caseiro. Foi gravado no estúdio do meu amigo, onde produzimos juntos de forma tranquila e calma. Isso fez com que o álbum tivesse esse clima.

. No seu Soundcloud além do seu novo álbum tem mais duas canções. Qual a diferença dessas canções novas para as anterios?
- Tem as 10 músicas do primeiro disco e 2 músicas que acabei lançando durante o processo de gravação. Uma chamada "Paixãozinha Demodé" de uma banda de Maceió, chamada Deslucro, que gosto muito. A outra, chamada "O Equilibrista" é do meu amigo e parceiro Tiago Rubens, que me convidou para grava-la e fez parte do seu primeiro disco.

. Como foi o processo de composição desse álbum? Foram canções que você compôs especialmente para o álbum ou canções que estavam guardadas? No que você se inspira para compor?
- O "Leve" começou a partir de músicas que eu não tocava com minha banda da época. Surgiu sem pretensão. Depois ele foi tomando forma e acabei compondo algumas músicas pra ele. A banda que eu tocava acabou e eu resolvi seguir e fazer disso meu plano pra viver o que sempre quis viver.
Me inspiro muito no cotidiano, na história das pessoas e na minha história, nas coisas que vivo.

. Como foi o processo de concepção do novo disco?
- O novo disco a ser lançado pela Sony conta com 5 músicas do "Leve" e mais 5 músicas inéditas. O resultado ficou ótimo e estou muito empolgado. Não vejo a hora de mostrar pro mundo esse disco.

.O álbum tem sido muito bem comentado pela crítica.  Ao quê você credita tão boa aceitação?!
- Nunca pensei em agradar a crítica. Sempre pensei em fazer algo com verdade e sinceridade, e que eu gostasse de ouvir. Acho que fiz o disco meio pra mim. Não sei, talvez essa sinceridade tenha agradado as pessoas, o que me deixa feliz. Quanto mais pessoas ouvirem e se identificarem com minhas canções, melhor. Fico feliz quando alguém chega e me diz que alguma música é a história da sua vida, ou relacionamento. É bom poder ter escrito algo pra mim e que sirva pra alguém.

. Como você ver o cenário musical do nos tempos de hoje?
- Tem muita coisa legal rolando. A internet ajuda as pessoas a conhecerem e aos artistas chegarem em mais lugares sem depender da grande exposição do rádio ou da TV, sem pagar jabá e essas coisas, o que cria um público ainda mais fiel, por que quem acompanha é por que realmente gosta e não por que ouviu no rádio ou viu na novela. É interessante isso.

. Na sua  opinião. Existe preconceito com outros estilos musicais ou o publico está disposto a conhecer novos sons?
- Não sei, infelizmente não é todo mundo que faz essa pesquisa por coisas novas. E geralmente quem faz, quando o grande público passa a conhecer, meio que perde a graça. É curioso isso, hehe. Enfim, acho que a maioria das pessoas tem um pouco de preguiça de procurar coisas novas e esperam o que a TV e o rádio vai trazer de novidade, infelizmente.

. Queremos conhecer um pouco sobre você. Qual o som ou banda favorita você tem escutado atualmente?
Tenho escutado Angus Stone, Kodaline, Beck, e daqui tenho ouvido coisas dos meus amigos, Tópaz, Figueiredo e por aí vai... Escuto muita coisa ao mesmo tempo, acabo não lembrando de tudo haha.

. Entrevista está chegando ao fim. Quais as próximas novidades? Podemos esperar mais shows em São Paulo? Qual agenda de show?
- Estou planejando algumas coisas, mas ainda tem que passar pela gravadora. Ainda não temos definido a data de lançamento e essas coisas, mas acho que logo saberei dizer. Tenho algumas coisas marcadas aqui pelo RS, mas espero voltar logo para SP e fazer outros shows fora do estado.

. Qual a mensagem você deixa para os fãs e leitores do blog?
- Oi, tudo bem aí? Obrigado por ouvirem minhas músicas =)

. Antes de ir embora. Qual música você dedica para a galera?
Dança da Entrega, do Figueiredo. Foi a que lembrei de primeira, hehe
Dá o play! 



Gostaram?  O que acharam da entrevista com músico?  Deixe seu comentário.

Espero que o Jéf volt para os palcos de São Paulo. Então, acompanhe as redes sociais do músico e saiba de tudo.


Fico por aqui, amanhã tem mais música pra vocês!
Beijo,
@maahmusic 

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