Sim
amiguinhos e amiguinhas, chegamos ao final da nossa trilogia sobre o melhor
casamento desde Romeo e Julieta ( a sobremesa, não aquele açougue literário do
senhor bardo), o casamento da música com o cinema!!

Quentin Tarantino

Depois
de falar sobre a vida do casal e como alguns gênios trabalharam usando essa
união maravilhosa é a vez de falar sobre um dos meus diretores favoritos (e de
todo fanzoca poser de cinema) e de um dos caras que mais abusam desse recurso
nos seus filmes: o senhor Tarantino.

Em
1992 o diretor fez sua estréia com um grande projeto e já estreou chutando
bundas por aí com o seu incrível Cães de Aluguel, além da absurdamente
fantástica cena inicial de café da manhã e de seu final de tirar o fôlego o
filmes trás uma trila sonora eletrizante que faz o espectador mergulhar de
cabeça no clima do filme:

A
trilha total tem 30 min. e vale cada segundo de escutada, mas lógico, se ouvir
vendo o filme será bem melhor.

Dois anos depois e um tapa
na cara da sociedade

Em
1994 o diretor reuniu um elenco absurdo com estrelas e futuras estrelas em um
filme icônico dos anos 90. Pulp Fiction é uma aula de cinema em todos os
aspectos, das atuações aos figurinos e fotografia. Adicionado a isso o filme
tem uma trilha sonora que virou referencia e até hoje é possível de se ouvir em
festas por aí:

Essa
trilha é repleta de músicas excelente, mas quando se fala em Pulp Fiction é
impossível não se lembrar da dancinha entre Uma Thurman e John Travolta: 

Fim dos anos 90


com uma fama adquirida pelos seus trabalhos anteriores e com uma moral pra
nenhum Martin Scorsese botar defeito, Tarantino trás o único filme que não é
uma unanimidade entre seus fãs, Jackie Brown. Mas nem mesmo sem um roteiro tão
empolgante o diretor não deixa de lado sua jukebox mágica e nos brinda com mais
uma trilha incrível:

Novo milênio começa com a
porrada comendo solta

Nos
anos de 2003 e 2004 Quentin vem com tudo! Nesse biênio Kill Bill vol. 1 e vol.
2 nos trazem uma história única eletrizante e uma inundação de referências ao
cinema de kung fu chinês. Desde o sangue espirrando em litros até a roupa da Beatrix
Kiddo (personagem principal interpretada por Uma Thurman) que é uma referência
direta ao filme Jogo da Morte da lenda Bruce Lee tudo remete ao cinema clássico
chinês.  EEEEEEEE uma trilha sonora de
arrepiar:

Vol.1

Vol.2

5 anos depois…
Depois
de desconstruir a meta linguagem, depois de gerar uma discussão sobre massagem
no pé e gorjeta, Tarantino resolve mexer na história da segunda guerra mundial
e nos entrega um dos melhores filmes sobre o período, mesmo não sendo um filme
com veracidade histórica. E……mais uma vez algo incrível aos ouvidos:
Quem
viu o filme sabe das diversas cenas tensas nesse filme, como a cena da torta de
limão. A trilha embala todas essas cena de maneira inacreditavelmente
harmoniosa, uma viagem pra quem esta vendo o filme.

Nova onda do Western.

E
em seu mais recente presente aos cinéfilos, o diretor retorna com um estilo de
filme em que a muito não víamos algo com uma qualidade relevante, Django livre
traz mais uma vez um elenco maravilhoso, uma história tensa e impactante, uma
direção primorosa e…….. uma trilha sonora animal:

Se
você nunca viu os filmes dele vá correndo assistir, além de obras de arte
incríveis, são viagens musicais muito pouco vistas em qualquer tipo de mídia. É
um grande diretor que passa sua mensagem através de seus roteiros e de suas
trilhas.
Bom
pessoal, depois dessa trilogia sobre musica no cinema encerro aqui o assunto,
maaaaaaaaaaaaaaaaaaaas pra quem gosta da sétima arte e quiser acompanhar mais
sobre filmes lendo críticas, notícias e quer dicas excelente acesse o blog
fightforthemovies.blogspot.com.br
Entrem
lá e vamos discutir sobre filmes e tudo mais, grande abraço à todos!! 


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