sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Música no cinema 1/3 – Simbologia musical.


Olá amiguinhos, venho agora pra juntar dois dos meus assuntos favoritos: música e cinema. Apesar das pessoas reconhecerem a importância que a música tem na sétima arte, muita gente ainda liga música no cinema apenas a musicais e acabam deixando de prestar atenção em algo fundamental em qualquer obra cinematográfica: A trilha sonora!


Parceria desde o começo.


Quando William Friese-Greene inventou o cinema ele percebeu o que tinha inventado e o tamanho do produto que ele tinha em mãos. Logo, ele começou a fazer seus próprios filmes. Porém, no início da vida do cinema ele não possuía nenhum recurso de som, já que a tecnologia de captação do som ainda estava para ser aperfeiçoada. O cinema surgiu puro, sem qualquer tipo de recurso sonoro, mas não demorou muito para o cinema ganhar uma companhia pra vida toda: a música.
Bem no começo dessa parceria a música era tocada ao vivo, junto com os filmes ou desenhos por uma orquestra absurdamente bem entrosada com o que estava passando na telona.


E assim o cinema foi ganhando mais atratividade para com o grande público, que foi ficando cada vez mais popular e cada vez mais parte do entretenimento das pessoas.
Com o crescimento da importância do cinema na sociedade a tecnologia sétima arte foi crescendo e ela ganhando mais recursos até que, em 6 de outubro de 1927 o primeiro filme falado surgiu e revolucionou não só a indústria do cinema mas também revolucionou a música no cinema e seu papel nas películas.

Nova importância

Nessa nova era do cinema a música não deixou simplesmente de ser ouvida nos filmes, pelo contrário, ela deixou o papel de simples apoio às obras cinematográficas e passou a ganhar uma função de roteiro.

Diretores passaram a usar a música para compor suas cenas, afinal de contas uma ambientação de cena bem feita precisa mais do que um belo cenário e uma fotografia especial, pois sem uma trilha pra dar “liga” nada disso tem o mesmo impacto.

Por exemplo: você conseguiria imaginar um filme de “bang-bang” sem aquela clássica música de pré duelo? Pior, conseguiria imaginar uma cena de viagem a cavalo sem uma trilha como esta?



Sem dúvida nenhuma que o “West” não seria o mesmo sem Ennio Morricone.

Ícones Inesquecíveis.


Você conseguiria imaginar alguma das aventuras do Dr. Jones sem sua tradicional trilha? Ou conseguiria ver o Darth Vader sem lembrar-se da impactante Marcha Imperial? Pois é, algumas trilhas romperam a barreira de ser apenas mais um ingrediente na sopa do cinema e alcançou status de símbolo de seus filmes.
Muito além do apelo comercial que um filme ganha com uma trilha excelente, ela pode chegar a ser o maior representante de seus filmes, mais até do que qualquer cena clássica, primeiro você se lembra da música depois você se lembra do resto.

Tão importante que ganhou seu próprio estilo de filme. 

E qual seria a última barreira de importância que a música poderia quebrar dentro do cinema? Eu te digo: ganhar a própria categoria de filmes. Os musicais surgiram em 1929 devido à importância da música para os espectadores. Existem vários filmes musicais espalhados pela história, alguns bons, alguns ruins e outros excelentes. Clássicos ou modernos os musicais são a prova de que a música penetrou na sétima arte até onde não poderia mais.
No próximo post eu falarei sobre alguns dos maiores nomes da composição de trilhas para cinema. Então sente, relaxe e espere pela parte dois dessa trilogia música cinema.
Enquanto você espera, você pode saber mais sobre cinema e sobre bons filmes no blog fightforthemovies.blogspot.com.br  Com uma linguagem simples e bem dinâmica para quem curte ou quer saber mais sobre cinema o blog é uma excelente dica para fãs de cinema de plantão. Agora me despeço por aqui e até a parte 2!!!!







Nenhum comentário:

Postar um comentário