Olá, leitores curiosos (as).


Tudo bem com vocês?


Hoje tem entrevista exclusiva com um músico Gabriel Paro. Nessa bate papo
conversamos sobre as novidades, curiosidades e muitas outras coisas. Então,
vamos conferir agora em primeira mão entrevista com Gabriel Paro. 



. É uma honra ter a presença do cantor Gabriel Paro. Você saiu uma
banda de Rock Alternativo e depois de um tempo decidiu dar continuidade ao seu
trabalho. Por que folk e indie?
Primeiramente Oi
rsrs muito prazer em dar esta entrevista, fiquei muito feliz pelo convite,
vamos lá. Foi um processo natural da sonoridade que já vinha ouvindo, sempre
gostei de rock, influencia do meu irmão mais velho, dai veio a vontade de mudar
da guitarra pro violão. Conheci a banda City and Colour que mescla bastante o
folk e indie, e foi o estilo que resolvi buscar pro meu som.
. Como foi esse processo de dar continuidade do seu trabalho, mas
com outro estilo musical e formato? Teve algo que você aprendeu com a banda que
você levou para essa nova fase?
Foi um processo de
pesquisa e estudo do estilo, comecei a ouvir Beck, Bombay Bicycle Club, Joshua
Powel, Mumford and Sons, Alan Jackson que faz um country sensacional, e comecei
a compor, minha primeira apresentação no formato, inclusive tem o vídeo no
youtube do dia da musica “Teus Abraços”, foi uma das únicas apresentações
sozinho que fiz, neste mesmo dia alguns integrantes da banda Lausanne se
apresentaram e foi onde os conheci, e eles resolveram me apoiar na caminhada.
Eu devo muito a banda que Saved, que era a banda que tinha, foi minha primeira
experiência com banda, carreguei todo o processo de composição, ensaio,
gravação, tudo, foi uma grande escola, ainda tenho amizade com todos, inclusive
a letra da musica “Supernova” foi escrita pelo guitarrista.
. Na sua opinião é mais difícil sobreviver no cenário musical com
banda ou solo?
Ambos têm suas
dificuldades, com banda é difícil manter todos no mesmo foco mesma intenção nem
todos levam com a mesma vontade, até porque cada um tem um desejo, solo tudo
depende de você, não existe divisão de tarefas, mas graças a Deus encontrei
muita gente que me apoia, na parte de vídeo, Babel Filmes, Casainova, a própria
banda Lausanne me da uma força muito grande e é hoje esta mesma caminhada,
entre outros amigos músicos que compartilhamos ideias, likes, e planos.

. Quais são suas influencias musical? Você acha que a influencia
pode tira a identidade da banda ou cantor?
Influencia só
tira identidade quando vira cópia, acho muito necessário pra estudo. Eu ouço
muita coisa, e de tudo um pouco, hoje ando experimentando mais estilos, não
quero me prender tanto, mas artistas que hoje ouço e me apaixonei pelas músicas
é a banda The Dodos, Laura Veirs e Lucy Rose, mas tudo me influencia.
. Suas músicas têm letras bem profundas. Você mesmo que compõe? O
que te inspira?
Sim, com exceção
da “Supernova” que foi o Chris, que inclusive vai desenhar a capa do meu álbum.
Inspiração vem de tudo, é só saber canalizar, momentos, ideias, sentimentos,
existem músicas que foram escritas por livros, outras por momentos, às vezes
surge um assunto, dai pesquiso e escrevo, inclusive resolvi lançar na minha
página a explicação de cada uma delas, ando postando durante a semana.
. Seu primeiro single e videoclipe foi da música “Rumo” e teve a
participação  da banda Lausanne. Como foi
o processo das gravações?  Por que a
parceria com uma banda? 
A oportunidade
surgiu quando a Andy da Babel Filmes falou de um festival de vídeos no
Maranhão, e nos convidou para participar, discutimos sobre que música iria ser
gravada, ela perguntou se tinha alguma coisa nova, eu havia composto a música
no dia que ela me perguntou, então resolvemos faze-la, dei a ideia de fazer uma
festa, ela mesclou isso com a proposta do festival, então foi correr, ensaiar,
gravar áudio e vídeo. E colocar a banda junto no clipe foi mais que justo pelo
apoio que sempre tem me dado, e hoje fazem parte deste projeto.

. Além de folk e Indie o que mais você costuma ouvir?  Quais covers você mais gosta de tocar ou
cantar?
Tenho ouvido Rap,
Haikaiss, Inquerito, Oji, Kanye West, Reggae, Raizes que Tocam, Dom Carlos,
Samba, Nelson Sargento, Nei Lopes, Experimental Psicodélico, Tame Impala,
Animal Collective, e assim vai. Gosto de tocar uma musica do City and Colour
“Forgive Me” tenho até um vídeo tocando em uma apresentação, mas meu inglês é
péssimo, “My Girl” Temptations, “Elephant Gun” Beirut, e alguns hinos do HCC
que tem uma forte influencia da musica negra americana, e da pra fazer umas
versões legais.
. Eu conheci sua música através das redes sociais. E tenho certeza
que assim como eu outras pessoas que ouviram se tornaram fã. Como você vê o
carinho das pessoas em relação ao seu trabalho? E o contato com fãs como é?
Eu não escrevo
música pra mim, escrevo pras pessoas, pra transmitir uma mensagem, um
sentimento, ter um retorno disso é saber que entendem isso que estou dando a
elas, e sempre que recebo algum elogio eu agradeço muito porque isso que
alimenta meu trabalho.
. Quais as próximas novidades e agenda de show?
Bem, tenho
apresentação dia 30/08 em Itaqua, 06/09 em Ermelino Matarazzo e 27/09 na Parada
XV.
Estou pra lançar
mais um vídeo de um projeto chamado Coletivo Ciranda junto com outros músicos
de outras regiões do Brasil, tem o CD também que estou pra entrar em estúdio,
estamos acertando os últimos detalhes. Os detalhes eu vou lançando na minha
página do Facebook.

. Qual recado você deixar para os leitores e fãs da sua música?
Sejamos humildes
de reconhecer que somos pequenos de mais pra ter a plena razão, tolerantes o
suficiente para assumir que não é apenas o nosso modo de viver o melhor e
reconhecer que nosso único dever, e o mais supremo da vida, é o amor.
Vamos animar esse post com música?  Dá o Play moçada! 

Gostaram? O que vocês acharam da entrevista? Deixem seus comentários!

Sou
fã do Gabriel e fico muito honrada pela presença dele aqui no blog. Muito
obrigada.
 Acompanhe o trabalho dele e  fiquem por dentro de todas
as novidades, acessem:


Moçada,
Maah Music fica por aqui, e amanhã tem mais novidades pra vocês!
Beijo,
@maahmusic

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