Olá, caros
leitores musicais.
Tudo bem com
vocês?
Hoje teremos
uma entrevista com a banda
Pousatigres aqui no Blog Maah Music,
então vamos conferir com exclusividade. 

Estou feliz pela
presença da banda Pousatigres. Contem: antes de vocês
formarem a banda como era a vida de vocês? Vocês já tinham contato com
o mundo de bandas?
Sim, todos na banda já
se conheciam e estão no ramo musical há mais de10 anos, sendo que alguns já
tocaram juntos em outras bandas do cenário independente paulistano. Algumas até
relativamente conhecidas, outras que permanecem na obscuridade.
Como
vocês formaram a banda?
O
núcleo da banda surgiu com o Rodrigo, que tinha algumas composições que nunca
se encaixaram em outros projetos e que ele gostaria de gravar. Logo, ele
convidou a Bruna, que estava se aventurando como vocalista após muitos anos
tocando guitarra. Eles ensaiaram algumas demos e partiram para o estúdio. A
baixista Elke foi indicada por um amigo em comum, enquanto o batera Jobas e a
guitarrista Elaine já haviam tocado em bandas diferentes com o Rodrigo e foram
também convidados a participar.
. Porque o nome Pousatigres?
Qual significado do nome?
O
nome da banda foi sugestão da Elke. Estava muito difícil entrarmos em acordo
sobre o nome, então, no meio de um brainstorm, foi o que todos gostaram. A
ideia partiu do título de um conto surreal do escritor argentino Julio
Cortázar. Não existe um motivo específico além da pura estética e sonoridade da
palavra, que todos adoraram. Agora se tornou praxe entre a banda se referir aos
ensaios e shows como “pousar os tigres”.
.
Como foi a escolha de ritmo? Vocês queriam ser diferente de outras bandas?
Não
houve escolha de ritmo, as composições são o que são devido às nossas influências
e vivências particulares. O primeiro EP foi mais baseado nas ideias que o
Rodrigo já tinha desenvolvido, mas o próximo terá mais contribuições do grupo.
Nenhuma banda quer ser igual à outra, mas nunca trabalhamos em nada apenas com
a intenção de soarmos diferentes. Simplesmente fazemos as músicas que
gostaríamos de ouvir.
.
A formação da banda foi bem recente. Qual foi a dificuldade que vocês encontraram
logo de cara?
Tudo
ocorreu de forma tranquila. O Paulo Senoni, que produziu nosso EP, chegou a
tocar guitarra por um tempinho até acertarmos com a Elaine e tivemos um batera
que tocou em alguns ensaios, mas logo o Jobas entrou no esquema.
.
Qual a visão de vocês sobre o cenário musical hoje de bandas independentes?
É
um caminho muito difícil e que precisa valer a pena de alguma forma.
Todos
os membros da banda já são calejados com as armadilhas do underground e não
somos mais tão jovens, por isso não encaramos qualquer roubada. Queremos tocar
para uma plateia que escute o que temos a dizer. Não estamos inseridos em uma
cena, porque em São Paulo existe muita falsidade. Todos se referem ao trabalho
coletivo, mas estão prontos para pisar em cima do outro na primeira
oportunidade. Não estamos dizendo que você não deve dar a cara a tapa, porque
isso faz parte do aprendizado da cena independente. Mas é preciso saber dosar e
pesar, pois o que não falta por aí é gente que ganha a vida se aproveitando de
quem só quer se divertir. Nós fazemos o que fazemos porque amamos a música e
amamos tocar. Se a recompensa financeira acontecer, é excelente e muito
bem-vinda, mas nossa satisfação pessoal vem em primeiro lugar.
. Qual mensagem vocês querem passar
através da música de vocês?
A
música precisa vir da alma. E precisa ser sincera. Nossa intenção é, primeiramente,
expressar nossos sentimentos. Mas o objetivo final é que isso também possa
mudar a vida de alguém, seja com acordes ou palavras. Se uma pessoa for tocada
pelo nosso som, já valeu a pena.
.
Fiquei sabendo que vocês têm gostos diferentes de músicas. Quais são
as
influências musicais de cada um de vocês?
A
Bruna tem a personalidade mais rockeira da banda, ouve bastante hard e
classic
rock, mas também gosta de cantoras com timbres mais suaves. O Rodrigo ouve
velharias do rock progressivo, do country-rock e também guitar bands dos anos
80 e 90. A
Laine é fã de rock alternativo e hardcore, mas também ouve muito reggae de raiz
e música clássica. A Elke é provavelmente a mais eclética da banda, ouve desde
riot grrls e indie rock até MPB, enquanto o Jobas curte post-rock, rock nacional
dos anos 80, lounges mântricos e maracatus intensos!
. Entrevista  no final, qual é a mensagem que vocês deixam
para a
galera do blog Maah
Music?

Agradecemos o papo e a oportunidade de falar um
pouco sobre a nossa história. Esperamos que tenham gostado da entrevista e que
possamos nos ver nos shows


E vocês?
Gostaram?
Então corram
lá nos link da banda e fiquem por dentro de todas as novidades da banda.


Acessem:

E eu fico por aqui. Amanhã tem espaço showlivre.com muito
especial.
Beijo,
@maahmusic
Revisão:
Renan Oliveira

 


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4 Comments

  1. Adooorei a entrevista Maah!!
    Sucesso a banda 😉

    Beijos,

    lolaporlola.blogspot.com

    @stephanieparizi

    Ps: não deixem de participar do sorteio Victoria´s Secret que está no ar. Serão duas sortudas!!

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